O vereador de Várzea Grande, Rogerio Dakar, voltou a se posicionar sobre a polêmica envolvendo o pagamento de verbas rescisórias a 155 trabalhadores de uma empresa contratada pela Prefeitura. Segundo Dakar, a prioridade deve ser garantir que os funcionários recebam seus direitos antes de qualquer ruptura contratual.
“O que a gente quer é simples: que a Prefeitura pague o que deve para que a empresa possa quitar as verbas de seus colaboradores. Não estou defendendo nenhuma empresa específica, estou defendendo o que é certo”, afirmou o parlamentar. Ele criticou a gestão municipal por atrasos que, segundo ele, vêm desde administrações anteriores.
Dakar explicou que despesas referentes a novembro e dezembro de gestões passadas ainda não foram quitadas, o que impossibilita a empresa de cumprir com os pagamentos. “Como você vai quebrar um contrato de uma empresa devendo a ela? É um absurdo. Faça os direitos, faça as coisas certas”, destacou.
O vereador também questionou o momento escolhido pela Prefeitura para romper o contrato, apontando que o prazo de nove meses de gestão não foi suficiente para realizar uma nova licitação ou convocar o sindicato e os trabalhadores para negociações. “Há dois meses para o fim do contrato e ainda se deixa um débito desse tamanho para trás. É muito estranho”, disse.
Dakar acrescentou que a medida correta seria o depósito judicial do valor devido, garantindo que os 155 pais de família recebam suas verbas rescisórias. “Vague o juízo para garantir a verba recisória desses trabalhadores. É isso que queremos”, concluiu.
O vereador também comentou sobre desentendimentos nas redes sociais com o colega Caio, criticando edições de vídeo que teriam distorcido falas em debates sobre a situação.
Para Dakar, o foco deve permanecer nos direitos dos trabalhadores e na necessidade de transparência nos processos da Prefeitura.